Sobre

Nasce do encontro entre Mariana Vaz e Pedro Stempniewski, em 2011, durante o que viria a ser a montagem VIGILIA [experimento cênico], a partir do texto “Vigília”, de Cássio Pires, co-dirigido por Ana Roxo e Mariana. A partir desse primeiro encontro, a perspectiva de hibridismo entre linguagens como a dança, o teatro e as artes visuais em desconstruções discursivas e temáticas abriram as portas a Pedro e Mariana para outros trabalhos, pesquisas e parcerias.Encontram, então,  na dramaturgia Tão pesado quanto o céu [peça HQ], de Ricardo Inhan , ecos de desconstrução fabular e paralelismo narrativo da cena que lhes permitiria a continuidade de investigação. Para realizarem a  montagem de Tão pesado quanto o céu [peça HQ],  unem-se à dupla Ricardo Henrique e Stella Garcia. Nasce o pOleirO dO bandO.

Também em 2012, paralelo à investigação de ‘Tão Pesado…’ e a formação do bandO, Pedro Stempniewski, Ricardo Inhan, Monique Maritan e Stella Garcia iniciam outro processo cênico, que em 2015 resultaria na montagem Playground – dirigido por Pedro, escrito por Ricardo, com Stella e Monique no elenco. Em 2014, as equipes e grupos se cruzam, para a construção de Família Formigueiro Casa Condomínio (texto e direção de Mariana Vaz . Em 2016, o pOleirO inicia então sua nova pesquisa: CLORO | Audiopeça para piscinas (texto de Ricardo Inhan e concepção&direção de Mariana Vaz) , em que revisitam a cena improvisada em espaços instalativos e investigam o áudio enquanto linguagem – desta vez num espaço nada convencional – a pesquisa desenvolve uma áudio-peça para piscinas. A partir desse momento, Ariane Cuminale une-se ao grupo.

Durante o 1o semestre de 2016, com apoio da 3a Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro, realiza a “Ocupação pOleirO dO bandO [des]COSNTRUCTO” e circula três espetáculos de nosso repertório que tangenciam questões de gênero, diversidade, sexualidade e identidade: TÃO PESADO QUANTO O CÉU, PLAYgROUND e Família Formigueiro Casa Condomínio”. Quatro espaços públicos da cidade de São Paulo – CEU Heliópolis, CEU Butantã, Paideia Associação Cultural e Teatro Alfredo Mesquita – recebem [des]CONSTRUCTO por cerca de 2 semanas cada (com exceção do Teatro Alfredo Mesquita, onde permaneceremos por 6 semanas). Com o intuito de debater, pensar, questionar, indagar e, quem sabe, abrir caminho para resignificar o instituído a respeito da diversidade, sexualidade, gênero e a instituição família, temas tão caros à contemporaneidade, realizamos 52 apresentações dos espetáculos e ações pedagógicas paralelas.